Growth Hacking – 5 etapas para ajudar na sua startup ou empresa

julho 2022
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por Pedro Botelho

 

Growth Hacking é a metodologia que busca o crescimento da empresa, mesclando criatividade com conhecimentos de marketing ligado ao desenvolvimento de negócios.

 

O processo de Growth Hacking

 

Apesar de muito divulgado, growth hacking não são receitas milagrosas do tipo “Como conectar A + B para gerar R$500 mil em vendas”.

O cenário real como as coisas acontecem com o growth hacking é diferente do que todos acham, não é um processo milagroso. Ele na verdade dá saltos de crescimento a cada experimento bem sucedido.

Em alguns casos, em momentos de menor competição na internet, já foi possível crescer de forma rápida. Produtos disruptivos ainda conseguem. Mas, para a maioria dos casos, isso se tornou irreal.

 

Com a concorrência acirrada e diferentes pontos de contato com o consumidor, o growth hacking se tornou um processo cíclico capaz de trazer excelentes resultados a partir das seguintes etapas:

 

  1. Geração de ideias

Para começar, reúna seu time de marketing ou as pessoas responsáveis pelo crescimento do seu negócio e faça um brainstorming amplo, sem censura. Se preferir e para não dispersar, foque na etapa do funil com maior necessidade no momento.

Por exemplo: é preciso atrair mais visitantes para o site da empresa a fim de gerar leads. Com este fato, é possível começar o trabalho.

 

Então se pergunte: “Como podemos atrair visitantes e gerar leads?”

  • Podemos fazer um e-book sobre determinado assunto.
  • Uma parceria de comarketing com outra empresa.
  • Investir em conteúdo e SEO.
  • Criar uma ferramenta de engenharia.
  • Organizar um evento.
  • Testar novas landing pages.

 

  1. Priorização e modelagem

Após concluir o trabalho de brainstorming é preciso filtrar.

Para isso, você pode considerar duas dimensões: o possível impacto e a dificuldade ou custo de implantação da ideia. Ao mesmo tempo, é preciso modelar as ideias.

 

Por exemplo, se vamos fazer uma ação de comarketing, é preciso fazer as seguintes perguntas:

  • Qual será nossa empresa parceira?
  • Como podemos colaborar?
  • Qual será o produto final desta parceria?
  • Como vamos coletar e distribuir os resultados gerados?

 

Aqui é hora de priorizar para não perder o foco e manter o controle dos recursos, além de evitar possíveis overlaps no processo que podem confundir suas métricas. Também é hora de definir os objetivos ou hipóteses desta ação.

Por exemplo: ao fazer uma parceria de ação de comarketing com a empresa X, acredito que vamos atingir Y pessoas com uma taxa de conversão de 3% e Z leads gerados.

 

  1. Testes

Uma vez que você criou sua ideia, é hora de partir para a fase de testes para validá-las. Nesta etapa é preciso que:

  • Cada tarefa no projeto tenha seu proprietário definido;
  • As métricas estejam alinhadas e claras;
  • Os grupos de audiência estejam segmentados;
  • O experimento tenha um tempo determinado .

 

  1. Análise dos resultados

Concluído os testes, é hora de coletar os dados e analisar os resultados.

Cientificamente hipóteses são feitas para serem confirmadas ou não. Se você seguiu todos os parâmetros, tanto o resultado positivo quanto o negativo são válidos.

Portanto, caso o seu resultado seja negativo, utilize-o como um aprendizado para gerar novos insights e ideias para experimentos e siga em frente.

 

  1. Validação e escala

Por último, uma vez que você validou sua ideia, você pode passar para a fase de execução, automatizando os processos, investindo em mídia e comunicação e ampliando os grupos de audiências com foco em ganhar escala.

 

O funil de Growth Hacking (AARRR)

 

Antes de concluir um negócio, um consumidor segue toda uma jornada de compra (the buyer’s journey).

Nesse processo, ele atravessa todas as fases do funil de marketing, da descoberta, da necessidade, passando pela consideração e indo até a decisão. Ele também estabelece diversos pontos de contato, como site, e-mail, anúncio, redes sociais etc.

Este modelo também é chamado de TOFU, MOFU e BOFU (em português, Topo do Funil, Meio do Funil e Base do Funil).

 

Só que em growth hacking, este funil é mais sofisticado e específico, com cinco fases que acompanham todas as etapas do relacionamento digital. São elas:

  • Aquisição: é a fase de atração de visitantes para o seu site
  • Ativação: é quando visitantes criam uma conta
  • Retenção: fase de engajamento e uso
  • Receita: quando ocorre uma transação
  • Recomendação: fase de fidelização e recomendação

 

Não tenha medo de errar e arriscar.

 

Este processo é um prato cheio para growth hackers que irão mapear todos estes pontos de contato e utilizá-los para deixar sua estratégia no ponto de decolar.

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